🔥 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a subir o tom contra Israel e gerou forte repercussão internacional ao acusar diretamente o governo israelense de genocídio contra os palestinos na Faixa de Gaza.
🗣️ “O que está acontecendo em Gaza é um genocídio. Não é uma guerra normal. É um exército matando mulheres e crianças. E depois vem dizer que é antissemitismo? Precisa parar com esse vitimismo”, disparou Lula, enfatizando sílaba por sílaba da palavra.
📍A declaração foi feita nesta terça-feira (3/6), durante entrevista a jornalistas no Palácio do Planalto. Segundo o presidente, o massacre não representa o povo judeu:
“É a decisão de um governo que nem o povo judeu quer. Como ser humano, não dá pra aceitar isso.”
🇮🇱 As falas de Lula causaram indignação em setores ligados a Israel e reacenderam a tensão diplomática, com críticas de embaixadas, parlamentares e lideranças internacionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom neste e criticou duramente o governo de Donald Trump, após o Departamento de Estado dos EUA cogitar sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes.
🇺🇸 A ofensiva partiu de aliados de Trump, como o senador Marco Rubio, que acusaram Moraes de afetar empresas americanas, como o X (antigo Twitter), e de perseguir aliados da Casa Branca, entre eles Elon Musk.
🗣️ Lula classificou a atitude como “intromissão inaceitável nos assuntos internos do Brasil”, e alertou:
“Não aceitaremos pressão estrangeira contra o nosso Judiciário.”
💥 O escândalo internacional tem a digital de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se licenciou do mandato e passou a viver nos EUA, atuando nos bastidores como lobista por sanções contra ministros do STF — incluindo aqueles que vão julgar seu pai, Jair Bolsonaro, por tentativa de golpe de Estado.
📣 Eduardo Bolsonaro já conta com apoio da chamada “bancada anti-Moraes” no Congresso americano, formada por aliados ultraconservadores de Trump, que prometem pressão contra o Judiciário brasileiro.

