O nome de Ricardo Magro voltou ao centro do noticiário nacional após uma nova operação deflagrada por forças-tarefa estaduais e federais atingir o Grupo Refit, empresa da qual ele é dirigente. As investigações apuram um possível esquema de fraude tributária de grande escala envolvendo a produção e distribuição de combustíveis, com suspeitas de sonegação bilionária e irregularidades fiscais em diversos estados.

Segundo autoridades, a ação — que mobilizou centenas de agentes — busca esclarecer indícios de uso de empresas de fachada, ocultação patrimonial e manobras financeiras destinadas a evitar o pagamento de tributos. O Grupo Refit, antigo dono da Refinaria de Manguinhos, já figurava entre os maiores devedores de ICMS em São Paulo e vinha sendo monitorado por órgãos de fiscalização.

Esta não é a primeira vez que o setor controlado por Magro entra na mira do poder público. Nos últimos anos, denúncias relacionadas a importações de combustíveis, formação de redes de distribuição e eventuais vínculos com postos investigados chamaram atenção do Ministério Público e de secretarias da Fazenda.

Ricardo Magro, que vive atualmente nos Estados Unidos, nega todas as acusações e afirma ser alvo de perseguição motivada por interesses concorrentes. A defesa sustenta que a empresa atua dentro da legalidade e que irá colaborar com as autoridades.

A TV TUPIRAÇABA segue acompanhando os desdobramentos da operação e os impactos que ela poderá causar no mercado de combustíveis e nas finanças públicas.

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