Uma descoberta chamou a atenção de fãs e curiosos durante a exumação do corpo de Dinho, vocalista da banda Mamonas Assassinas. A jaqueta deixada sobre o caixão do cantor no dia do enterro, em 1996, foi encontrada desbotada, mas praticamente intacta, três décadas depois.
O achado aconteceu durante o processo de exumação realizado em São Paulo, onde parte das cinzas dos integrantes será destinada ao Jardim BioParque Memorial, espaço voltado à preservação ambiental e homenagens sustentáveis.
🔎 Mas por que a roupa não se deteriorou?
Especialistas explicam que a peça foi produzida em nylon, uma fibra sintética derivada do petróleo. Diferente de tecidos naturais, o material funciona como um tipo de plástico e pode levar mais de 200 anos para se decompor. Enterrada, sem luz solar direta e com pouca circulação de ar, a jaqueta ficou em condições ideais de preservação — o que torna 30 anos um período considerado curto.
Além da curiosidade, o caso reacendeu debates sobre o impacto ambiental da indústria da moda, já que tecidos sintéticos como nylon e poliéster permanecem na natureza por décadas ou até séculos.
🛩️ Vale lembrar que os integrantes da banda morreram em março de 1996, em um acidente aéreo que marcou profundamente a música brasileira e transformou o grupo em um dos maiores fenômenos culturais dos anos 90.

