O Brasil conquistou, novamente, um marco histórico ao sair do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) nesta segunda-feira (28). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, em ligação direta com o presidente Lula, reconhecendo o compromisso nacional no combate à fome.

A exclusão significa que o índice de subalimentação no país está abaixo de 2,5% da população, o critério exigido pela instituição para retirada do Mapa. Esse resultado representa uma expressiva reversão: em 2022, cerca de 4,7% da população sofria com insegurança alimentar severa; em 2023, esse número caiu para 2,8%.

Desde que voltou ao governo em 2023, o presidente Lula priorizou programas como Bolsa Família, o Plano Brasil Sem Fome e a revitalização de políticas estruturais iniciadas com o Fome Zero em 2003. O ministro Wellington Dias declarou que, mesmo em 2023 e 2024, o país já se encontrava muito próximo de alcançar a meta para sair do Mapa.

O Brasil também lidera a iniciativa global de combate à fome: lançou a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza durante a presidência do G20, reunindo mais de 100 Estados e organizações visando promover soluções replicáveis no mundo inteiro.

O diretor da FAO, Qu Dongyu, reforçou que o país volta a ser exemplo global: “Com sua liderança, vocês saíram do Mapa da Fome de novo… A luta contra a fome é um direito humano fundamental”.

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